segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Soneto.


Teus olhos castanhos me seduzem
Tua voz corta o ar, alivia a alma
E inebriado de teus versos que conduzem
Meu instante temporal que se acalma

Ao versar-te eu paro o tempo
Ao olhar-te descubro o infinito
És o melhor do meu momento
És terra, fogo, meu abrigo.

E no clarão que se faz dentro
A sufocar tristezas infinitas
És meu anjo iluminado

De doces sonhos de criança
És tu mulher bendita
Que sonhei ter do meu lado

2 comentários:

Bia disse...

com licença leeh,
acho q vou pegar este soneto emprestado rsrs
vc naum se importa né?!
bjinh e obrigada....


ahh depois eu devolvo, eu juroooo!
ass: cris

Tati disse...

'Teus olhos castanhos me seduzem
Tua voz corta o ar, alivia a alma
E inebriado de teus versos que conduzem
Meu instante temporal se acalma'

eu só alteraria isso, tiraria o 'que' da frase pra deixar mais solto.

Mas eu amei o soneto.

Simples, intenso, envolvente, na medida pra causar muitas sensações por dentro.

E gosto desse seu lado mais suave, sem as palavras muito carregadas que acabam me soando um tanto falsas.

Beijos...